segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Rentrées do PS e PSD
In Jornal I.
Por aqui se vê a diferença entre PS e PSD e o "forrobodó" que continuará a ser se houver uma vitória do PS nas próximas eleições.
Encerramento da Universidade de Verão
Sarkozy e a "esquerda caviar"
« Não vamos permitir a mercantilização de um mundo onde não há lugar para a cultura: desde 1968 não se podia falar da moral. Haviam-nos imposto o relativismo.A idéia de que tudo é igual, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, que o aluno vale tanto quanto o mestre, que não se pode dar notas para não traumatizar o mau estudante.
Fizeram-nos crer que a vítima conta menos que o delinqüente. Que a autoridade estava morta, que as boas maneiras haviam terminado. Que não havia nada sagrado, nada admirável.
Era o slogan de maio de 68 nas paredes de Sorbone: 'Viver sem obrigações e gozar sem trabalhar'.Quiseram terminar com a escola de excelência e do civismo. Assassinaram os escrúpulos e a ética.
Uma esquerda hipócrita que permitia indemnizações milionárias aos grandes executivos e o triunfo do predador sobre o empreendedor. Esta esquerda está na política, nos meios de comunicação, na economia. Tomou o gosto do poder.
A crise da cultura do trabalho é uma crise moral. Vou reabilitar o trabalho.
Deixaram sem poder as forças da ordem e criaram uma farsa: 'abriu-se uma fossa entre a polícia e a juventude'. Os vândalos são bons e a polícia é má. Como se a sociedade fosse sempre culpada e o delinqüente, inocente.
Defendem os serviços públicos, mas não usam o transporte coletivo. Amam tanto a escola pública, e os seus filhos estudam em colégios privados. Dizem adorar a periferia e jamais vivem nela.
Assinam petições quando se expulsa um invasor de moradia, mas não aceitam que o mesmo
se instale em sua casa. Essa esquerda que desde maio de 1968 renunciou ao mérito e ao esforço, que atiça o ódio contra a família, contra a sociedade e contra a República.
Isto não pode ser perpetuado num país como a França e por isso estou aqui. Não podemos inventar impostos para estimular aquele que cobra do Estado sem trabalhar. Quero criar uma cidadania de deveres.
“Primeiro os deveres, depois os direitos." »
Nicolas Sarkozy
O texto acima é do discurso de posse do presidente francês Nicolas Sarkozy - sempre actual - dando um recado aos que se acostumaram a viver como proxenetas de um discurso esquerdista e que sempre alimentou os que não sabem pensar por conta própria.
Até parece que Sarkozy falou para os nossos intelectuais e para a nossa esquerda caviar. O intelectual português esquerdista ama Cuba e fala das maravilhas da ilha do Dr. Castro, mas as férias são passadas no Brasil, em Miami ou nas Seischelles.
domingo, 30 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Pina Moura diz...
Joaquim Pina Moura, ex-ministro das Finanças do Governo de António Guterres, disse ao semanário “Expresso” que considera o programa eleitoral do PSD “mais duro e mais focado” do que o do PS.Nas palavras do ex-ministro ao semanário, o PSD apresentou um documento “clarificador” e “divisor de águas” e que tem como base a “assunção de que os recursos são escassos”. Pina Moura defende que não se pode continuar a deixar crescer a despesa pública.“Por muito que o PS tenha feito nas políticas sociais, e fê-lo desde 1995, com os governos de António Guterres, há um limite que decorre da escassez de recursos disponíveis que torna incomportável a continuação do crescimento da despesa pública”, avisou Pina Moura ao “Expresso”.
In PÚBLICO 29.08.2009
Destas declarações fica-me a dúvida se estamos a ouvir um "arrependido" por ter ajudado a desbaratar o erário no tempo de Guterres, a tentar branquear-se ou é mais uma "rolha" que pressentindo a vitória do PSD nas próximas eleições já se prepara para cavalgar a onda que se aproxima.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Manuela F Leite
O PSD apresentou esta tarde o programa eleitoral para as próximas eleições legislativas, a que chamou «Compromisso de Verdade». A líder do partido, Manuel Ferreira Leite, diz que o documento é assente no «ponto de honra» de todas as suas propostas «poderem ser executadas».Entre as promessas sociais-democratas encontra-se a suspensão do modelo de avaliação dos professores e o reforço da autoridade dos docentes. O partido liderado por Manuela Ferreira Leite pretende ainda menos 50 deputados no Parlamento e assegura que, se for eleito, suspenderá «de imediato o mega-projecto do TGV».
Como alternativa ao actual modelo de avaliação, o PSD quer um assente em estudos internacionais, «dispensando burocracias e formalismos inúteis». Além dessa medida, e ainda relativamente aos docentes, os sociais-democratas, apontando «injustiças» ao actual «regime de progressão na carreira», prometem acabar com a actual divisão em professor e professor titular.
«Alteraremos o estatuto do aluno, valorizando a assiduidade, disciplina e civismo, revogando as normas que possibilitam faltas quase permanentemente justificadas e que sobrecarregam os professores com a obrigação de repetirem sucessivamente testes a alunos faltosos», aponta o programa do PSD. Manuela Ferreira Leite disse esta tarde que é «fundamental reabilitar a respeitabilidade dos professores».
Redução de deputados e revisão constitucional
O documento social-democrata prevê um emagrecimento do Parlamento, com a redução do número de deputados de 230 para 180, o que significa o fim de 50 lugares na Assembleia da República.
«Tentaremos aprovar, como vimos fazendo há muito, a redução do número de Deputados à Assembleia da República para 180», saliento o programa social-democrata.
Existe ainda a intenção da realização de uma «revisão constitucional». «Não abdicaremos de apresentar um projecto de revisão constitucional que vise a adaptação da nossa Lei Fundamental aos desafios com que o país se confronta, mantendo a sua coesão e unidade e permitindo a criação de condições para o seu desenvolvimento», aponta o programa.
Tiago Soares Carneiro in Blog "Democracia em Portugal"
COMPROMISSO DE VERDADE - Programa eleitoral PSD AQUI.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Ladrões violentos com ajuda do Estado
A viagem sozinho a Fátima corria bem até que, de noite, ‘António’ decidiu parar só para tentar comer qualquer coisa. Voltou com um hamburguer ao carro e, sentado ao volante, mal se distraiu já tinha uma pistola e facas apontadas à cabeça. Acabou sequestrado hora e meia pelos quatro homens que, enquanto roubaram o que puderam do seu multibanco, ainda o espancaram e fecharam-no dentro da mala do carro. A Polícia Judiciária já apanhou três, mas uma juíza libertou-os. E continuam a viver do Rendimento Social de Inserção. De resto, há muito que conciliam os enormes rendimentos no mundo do crime com uma vida recheada de subsídios à custa do Estado – que vai pagando sempre, apesar dos longos registos criminais por roubo, furto e tráfico de droga. Um deles até já cumpriu duas penas de prisão por vários crimes violentos.
In Correio da Manhã
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Gripe A
E a população portuguesa está felicíssima com esta declaração. Pena que as medidas de prevenção e vacinação, não estejam a ter a mesma previsão... «paroles, paroles»
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
A voz da razão - Medalhas de bronze
A odisseia começa nas estradas, onde é possível emagrecer vários quilos com o divertido jogo do ‘Desvia-te!’: nós, ao volante, temos como missão desviar-nos das máquinas-assassinas que nos assaltam pelo caminho.
A odisseia termina nas praias, onde o desafio é evitar as armadilhas mais concorridas: o topo das falésias; a sombra delas; os rochedos junto à rebentação; e etc. etc. Sem falar do mar com bandeira vermelha, que tem sobre os veraneantes o mesmo efeito que a capa do toureiro sobre o bicho. Não admira que, em Agosto, os jornais se encham de cadáveres: nas estradas, nos afogamentos, nos desabamentos. Os portugueses não vivem o Verão; eles matam-se no Verão com a fúria típica dos alienados. É o preço da medalha do bronze.
João Pereira Coutinho, Colunista in Correio da Manhã
Serviços públicos vão ter espiões
Os serviços secretos estão a celebrar protocolos com os organismos públicos com vista à colocação de agentes do Serviço de Informações da República (SIS) e do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) com identidade codificada em instituições do Estado. Artigo completo AQUI.
António Sérgio Azenha in Correio da Manhã
No tempo da outra "senhora" tínhamos a PIDE, depois mascarada de DGS, agora - que vivemos em democracia - temos o SIS e o SIED. Mudaram as moscas... De que é que este Governo tem medo?!? Volta António estás perdoado, afinal há bem piores que tu. (pelo menos não disfarçavas...)

